Especialistas em Ortognática Minimamente Invasiva e Tratamento de DOR em ATM
Alterações no posicionamento dos maxilares podem impactar funções essenciais como mastigação, fala e respiração. A Cirurgia Ortognática é o tratamento indicado para corrigir assimetrias ósseas, restabelecendo o alinhamento facial, a eficiência da mordida e o equilíbrio funcional da face.
Os implantes dentários substituem dentes perdidos por meio de pinos de titânio inseridos no osso maxilar ou mandibular, que suportam próteses fixas. Proporcionam estética e funcionalidade semelhantes aos dentes naturais, sendo uma solução duradoura e segura.
Aquele incômodo no fundo da boca pode ser causado pelos sisos! Quando não há espaço suficiente para nascerem corretamente, eles podem provocar dor, inchaço e até infecções. A extração do siso é um procedimento seguro que evita problemas futuros e alivia o desconforto.
A Disfunção Temporomandibular é a patologia que afeta a articulação da mandíbula, podendo comprometer os movimentos de abrir e fechar da boca, mastigação e até falar. O tratamento adequado reduz a dor, melhora a função articular e contribui para mais qualidade de vida.
Desconforto na região da mandíbula, bochechas, têmporas ou ouvidos, podendo estar ligado à ATM ou ao desalinhamento ósseo.
Dificuldade de encaixar os dentes que pode estar relacionado com alterações na articulação têmpormandibular.
Quando a posição dos maxilares compromete a mastigação eficiente e pode até interferir na dicção.
Estalos, cliques e crepitações ao abrir ou fechar a boca, sinalizando alterações na articulação temporomandibular.
Dificuldade para abrir a boca ou movimentar a mandíbula, geralmente associada a dor ou tensão muscular.
Cefaleias que podem ser reflexo de tensão na musculatura facial ou desalinhamentos na ATM.
Ronco e apneia do sono podem ter relação com o posicionamento inadequado da mandíbula e maxila.
Ato de apertar ou ranger os dentes, causando dor de cabeça, desgaste dental, dores musculares e sobrecarga articular.



Dr. João Guilherme Sena é Cirurgião Bucomaxilofacial (CRO-GO 13984), graduado em Odontologia pela Universidade de Brasília (2015), com sólida formação e atuação em procedimentos de alta complexidade. Possui título pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (2019), além de Fellow em Cirurgia Ortognática Minimamente Invasiva (2021), consolidando expertise em técnicas modernas e menos invasivas. É especialista em cirurgia da ATM por artroscopia (cirurgia por vídeo), com foco em abordagens avançadas para disfunções temporomandibulares. Integra a AOCMF (Associação de Cirurgia e Traumatologia Craniomaxilofacial), na Suíça, reforçando sua atualização científica internacional. Atua como staff hospitalar no Hospital São Lucas, Hospital de Acidentados e Hospital Ortopédico de Goiânia, com ampla experiência em ambiente hospitalar e cirurgias bucomaxilofaciais de alta complexidade, transmitindo autoridade, segurança e excelência no cuidado aos pacientes.
Nem todos os terceiros molares (dentes do siso) precisam ser removidos.
A indicação de extração depende de uma avaliação clínica e radiográfica, considerando fatores como posição do dente, falta de espaço na arcada, dificuldade de higienização, presença de dor, infecções ou risco de prejuízo aos dentes vizinhos.
Quando os sisos estão bem posicionados, funcionais e não trazem riscos, podem apenas ser acompanhados ao longo do tempo. Por outro lado, quando há indicação, a remoção é um procedimento comum e seguro, realizado com planejamento adequado para maior conforto e tranquilidade do paciente.
As alterações no posicionamento dos dentes e dos ossos da face podem causar diversos problemas, que vão além da estética.
Entre os mais comuns estão dores na região da mandíbula, dificuldade para mastigar, estalos na articulação temporomandibular (ATM) e sensação de “mordida fora do lugar”.
Também podem ocorrer dificuldades respiratórias, que impactam diretamente a qualidade do sono e o bem-estar no dia a dia.
Além disso, há prejuízos funcionais, mesmo quando não há dor, e impactos na autoestima e vida social, especialmente quando o paciente se sente insatisfeito com a aparência do sorriso ou do rosto.
Nesses casos, a Cirurgia Ortognática pode ser uma das opções de tratamento, sempre indicada após avaliação especializada e planejamento individualizado.
Nem sempre! Há casos em que a indicação é a cirurgia ortognática primeiro e, depois, o tratamento ortodôntico (surgery first); há casos em que a cirurgia é indicada após breve intervenção ortodôntica (surgery early); e há casos em que seguimos com tratamento ortodôntico por cerca de 12 a 18 meses para, só então, indicar a cirurgia. A definição do momento ideal à cirurgia é dada pela avaliação do Cirurgia Bucomaxilofacial em conjunto com o Ortodontista e respeitando as particularidades de cada paciente.
Depende do tipo de procedimento e da necessidade de cada paciente.
Muitas cirurgias podem ser realizadas com segurança em ambiente de consultório, com anestesia local e toda a estrutura necessária, como por exemploa extração dos sisos. No entanto, procedimentos mais complexos, ou que exigem anestesia geral, são realizados em ambiente hospitalar, oferecendo maior suporte e segurança, nesse caso, as cirurgias ortognáticas são ótimos exemplos.
A escolha do local é definida após avaliação criteriosa, levando em conta o tipo de cirurgia, o estado de saúde do paciente e o conforto durante o procedimento.
Sim, na maioria dos casos.
A perda de dentes pode, sim, ser tratada com implantes dentários, que são estruturas fixadas no osso e funcionam como a raiz do dente perdido, permitindo a instalação de próteses com aparência e função semelhantes às naturais.
No entanto, cada caso deve ser avaliado individualmente, considerando fatores como a quantidade e qualidade do osso, a saúde geral do paciente e as condições da região a ser reabilitada.
Com planejamento adequado, os implantes são uma solução segura, previsível e com excelentes resultados estéticos e funcionais.
Sim, é importante avaliar.
Estalos na articulação, dor na região da ATM (articulação temporomandibular) e dificuldade para abrir a boca podem estar relacionados a alterações no funcionamento da articulação ou da musculatura da mastigação.
Nem todos os casos são graves, mas esses sinais indicam que algo pode não estar em equilíbrio e merecem investigação. Quanto mais precoce for a avaliação, maiores são as chances de tratamento conservador, com controle dos sintomas e melhora da função.
A avaliação especializada permite identificar a causa do problema e indicar o tratamento mais adequado para cada situação.
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